3 de fev de 2009

A sombra no encontro ucraniano

Quanto ao evento em si e às pessoas que trabalharam e efetivamente participaram dele, aparece em uma notícia na RCUB uma breve descrição do Congresso. Acredito que ainda haverão mais relatos detalhados de como foi o evento.

Quanto à sombra, participei apenas durante o sábado. Na abertura foi interessante para saber quem é quem na comunidade e saber de alguns planos de projetos científicos entre o Brasil e a Ucrânia.

Além disso, foi um pouco divertido também ouvir falar do grande poeta "Tarashenko" e da cancelada visita "do Primeiro Ministro da Ucrânia". Menos divertido foi ver o tal o tal potencial turístico sendo sugerido em promessa política como solução para uma região que tem IDH baixo.

Durante a tarde fui à SUBRAS, que eu ainda não conhecia. Achei muito interessante o museu, que ainda preciso conhecer melhor, pois ele estava um pouco lotado na hora em que fui lá. Além disso eu finalmente soube o que significava o tal cartaz "Barbaran Aberto" que ficava pendurado na entrada lateral do prédio :-)

Quanto ao grupo de trabalho que tratava de uso de preservação do idioma e questões da diáspora, acompanhei por algum tempo e perdi praticamente os momento que aparentemente era os mais interessantes porque falavam em ucraniano (aliás essa é uma boa maneira de motivar jovens de aprenderem ucraniano: fazer sentirem que estão perdendo algo realmente interessante.)

Não estive na manhã de domingo para poder fazer uma observação geral, mas notei que não havia a tal "juventude" dos grupos folclóricos de Curitiba durante o evento. (Será que o encontro da AJUB preenche essa lacuna?)

Obviamente, são observações de uma sombra.

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